Nacional da Madeira foi vergonhosamente humilhado no estádio da Luz

Começou cedo, aliás: aos 35 segundos, já os adeptos pulavam da cadeira a primeira vez para festejar o primeiro de dez golos: Gabriel fez um passe a rasgar todo o campo, Seferovic deu de calcanhar e isolou Grimaldo, que desviou de Daniel na cara da euforia.

Foi o segundo golo mais rápido deste campeonato. Só Xavier, jogador do Tondela, fez melhor: também frente ao Nacional, abriu o marcador aos treze segundos. Mas enfim, voltando ao jogo, importa dizer que o Benfica entrou a celebrar.

A partir daí, meus amigos, foram de seguida uns atrás dos outros.

Futebol feito de transições rápidas, passes bem medidos, envolvimento de vários jogadores, toques de calcanhar, jogadas de perigo umas atrás das outras, e golos, muitos golos.

Dez golos, para se ser mais exato.

É claro que cada golo que o Benfica marcava era mais uma machadada na confiança do Nacional, que às tantas já não conseguia defender nada, de tão zonza que parecia.

No fim havia jogadores a chorar ao sair do relvado. Provavelmente sem saber o que lhes tinha acontecido. É perfeitamente natural: este é resultado que fica para a história deste clube, deste treinador e destes jogadores. Vai colar-se a eles.

 

foto/DR

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